segunda-feira, 18 de julho de 2011

Janela do Passado (Transcendental)


Retratado em sépia... As folhas.
Hoje; Não como ontem.
Em diário sem traços e linhas
Diferenças?! ou tudo que antes não via.

Do amor, em memória nem uma silaba.
Em tempo...
Contra o vento as folhas
 Passam de trás para frente.

Apagaram-se os poemas da ilusão.
Como folhas de outono,
livres jogadas ao acaso da saudade.

Anna Ribeiro

***

A Mercê ( indriso)


Linhas, entrelinhas...
Traços que permanecerão
Tal você que amanhece em mim

Recito em prosa e versos,
A arte deste amar!

Em apogeu... Delirio!
Saudade de Você.

Anna Ribeiro

***





Por Juras e Sonhos

                                                 Tela Contemporanêa

Da rosa vermelha
O ardente rubro amor
Dos instantes e juras...
Lembranças ainda respiram.

Posso sentir aromas
De pronto, perfume e paixão!
Por desejos... grita a alma.
Acalentando sonhos infinitos!

A noite chega.
Abrigando fantasias,
Em travesseiros de saudade.

Anna Ribeiro.

***

Acariciando a Saudade

Indriso

Livre em pensamentos...
Ja disse em outras linhas,
Minha poesia ri.

Por vezes... gargalha!
...Refazendo a alma.
Hoje busco silêncio!

Não tenho tristeza!

Apenas me agrada ficar na saudade.

Anna Ribeiro.

***