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segunda-feira, 18 de julho de 2011

Janela do Passado (Transcendental)


Retratado em sépia... As folhas.
Hoje; Não como ontem.
Em diário sem traços e linhas
Diferenças?! ou tudo que antes não via.

Do amor, em memória nem uma silaba.
Em tempo...
Contra o vento as folhas
 Passam de trás para frente.

Apagaram-se os poemas da ilusão.
Como folhas de outono,
livres jogadas ao acaso da saudade.

Anna Ribeiro

***

4 comentários:

  1. Não sei do que gostei mais,tanto a imagem quanto o poema são lindos!
    Adorei também o seu recadinho com "abreijos"!

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  2. Ola Neyde,

    Li alguns posts, muito lindo e carinhoso seu blog querida.
    Obrigada pela visita e seja bem vinda sempre !!
    Um grande bjo

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  3. Amiga arteira, tirei hoje um tempinho para vir agradecer meus comentários, OBRIGADA de coração.
    Bjs

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  4. Oi, Neide!
    Passando para te desejar um lindo fim de semana.

    Beijos

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